É, minha gente, 2012 está no fim e a corrente majoritária é de que o mundo não acabou. Me ofereço pra escrever o voto de divergência já que faço parte dos que acreditam que acabou sim, mas essa é matéria pra outro post.
2013 já bate à porta insistentemente. Inclusive eu posso ouvir seus murros. Ah, não, esquece. É meu vizinho soltando fogos.
Enfim, 2013 está aí e a gente fica fazendo um montão de expectativas, desejando que o ano possa ser bom ou ruim, como se ele fosse um ser personificado com boas ou más intenções, cheio de surpresas pra uns e outros. É só mais um ano. E não estou sendo pessimista ou algo assim. É mesmo!! Fim de de uma volta completa da Terra em torno do Sol e ponto.
Claro que serve como um marco para um montão de coisas, cabe que façamos mesmo alguns planos. Mas é este o xis da questão. Nós é que temos que mudar. É como diz aquela frase já muito rodada em tempos de Orkut: Se você não gosta do que está recebendo, tente mudar o que está enviando.
As pessoas costumam colocar a culpa nos outros, na sorte, no azar, na riqueza, na pobreza, na doença, no cachorro, no frio, no calor, no país, nas autoridades... - o que não falta é criatividade pra isso - mas NUNCA nelas mesmas.
Então, assim, tente enviar coisas boas, o mundo é feito por pessoas. Se as pessoas mudam, o mundo muda. O seu destino é você quem faz. Corre atrás, envie coisas boas, reconheça seus defeitos e transforme-os em qualidades e lembre-se: o canto de um pássaro pode ser uma música ou um incômodo. Só depende dos ouvidos de quem escutar.
Inté, meu povo!