quarta-feira, 10 de abril de 2013

Um capuccino sem joguinhos, por favor.

Dia desses eu tava conversando com uma amiga e ela, me dando péssimos sábios conselhos, me disse uma coisa que me deixou um pouco triste com o que nós, seres humanos, nos tornamos.
Estávamos conversando sobre relacionamentos e ela (concordando com o resto do mundo) disse que eu me "encanto" facilmente (é mentira, mas não tenho como provar) e que isso pode ser um problema, já que eu posso me machucar.
Ok, eu entendo que as pessoas não machucam as outras deliberadamente e que nem sempre estamos todos na mesma vibe (seria bem estranho se fosse assim, inclusive), as coisas simplesmente não acontecem e as pessoas se machucam sem querer.
Mas será que cabe a mim mudar o meu jeito?
Se eu tanto reclamo das pessoas que se mostram de uma forma e depois se tornam de outra, não seria o "me resguardar" uma forma de fazer o mesmo?
A minha conclusão é que temos nos mantido em dois polos distintos e imediatamente opostos: de um lado quem acha que deve ser mais frio, menos intenso e de outro quem demonstra mais do que sente. Por que, então, não caminharem todos para o meio termo e mostrar simplesmente o que sente? Mais fácil, né?!

Bjinhos! =)

sábado, 6 de abril de 2013

O que há de errado

O que há de errado?
Meu cabelo enrolado?
Meu lápis borrado?
Meu batom rosado?

Não dá pra acreditar em tanta desilusão
Faz mal ao coração lembrar que eu te perdi
De novo.

O coração se perde,
Chorando a Deus pede
Forças pra tentar de novo
Eu sei que nada é pra sempre
Mas, mesmo assim, me sinto
Sem ar quando você se vai

Um pouco contrariado,
Mas, mesmo assim, calado,
Ouvindo a voz do Pai,
Enfim, sou restaurado.

Nem sempre um amor faz bem pro coração
Só Deus pra consertar tanta decepção
De novo.