sábado, 16 de abril de 2011

Eu queria conseguir descrever o que estou sentindo nesse momento, mas nem eu mesma sei o que é. Sinto-me confusa. É um misto de sentimentos que eu não sei explicar... Ansiedade, tristeza, pessimismo, confiança... Sinceramente não sei definir se hoje eu estou feliz ou triste. Ontem eu tive uma experiência um tanto desastrosa, eu diria. Fui pra uma entrevista de estágio de uma empresa grande e, chegando lá, me senti uma migalha diante das pessoas que concorriam comigo. Eram oito candidatos no total. Quatro eram da UFRJ, dois da Candido e uma da PUC. Somente eu da Estácio. Até aí eu me garanto, mas TODOS falam inglês e mais alguma coisa. Um dos cadodatos fala inglês, espanhol, francês e grego. A outra fala inglês e hebraico fluentemente. E eu com meu inglês básico. Outra coisa que me desanimou foi o currículo dos demais. Todos tinham passado por, pelo menos, uns três escritórios. Nunca passei por nenhum estágio na iniciativa privada. Tô há um ano no Ministério Público, adoro estar lá, mas não sei se meus potenciais futuros empregadores tem a mesma empolgação a respeito. Lá eu ganharia o dobro do que ganho hoje... Seria bem legal e gratificante, mas seja o que Deus quiser. Como a Karol falou, Ele sempre fez o melhor pra nós, não é agora que vai ser diferente.
É isso, gente, to meio pra baixo hoje, mas não é só por isso... Outras coisas influenciaram, mas não pretendo contá-las aqui, não por enquanto.
Beijo enorme...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tragédia no Rio

Eu, geralmente, sou desligada das coisas que acontecem no mundo. Tento ser alienada de propósito. Tragédias me entristecem e eu costumo me envolver com os problemas do mundo. Na maioria das vezes eu mantenho uma certa distância de jornais, tvs e etc. Só que hoje foi diferente. Era pra ser um dia quase normal. Uma criança vomitou no metrô, tive prova na faculdade... Mas não foi. Na hora do almoço a TV do restaurante já noticiava uma chacina em uma escola em Ralengo. Treze crianças haviam morrida e tantas outras estavam feridas. Vejam bem: crianças. Não dá pra não se sentir impotente, não dá pra não perder o apetite. Cara, seu filho toma café e sai de casa pra ir à escola e NÃO VOLTA! Você luta todos os dias pra afastá-lo das más companhias, trabalha dia e noite pra dar a ele uma vida digna e de qualidade e um filho da puta chega pra tirar-lhe a vida? É complicado (pra não dizer foda) de entender que o único requisito da morte é a vida. Não interessa idade, cor, situação financeira ou se era bom ou ruim. Não existe coisa mais democrática, diga-se de passagem. Não consigo parar de pensar que o dia vai amanhecer e aquelas mães não terão mais a quem arrumar, dar o café e arrumar para a escola. Definitivamente fiquei triste.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Voltando...

Noossa... novamente faz tempo que não venho aqui... Esse link tá na minha assinatura de email e sempre que mando uma mensagem pra alguem as pessoas acabam visitando. Eu poderia tirá-lo de lá, mas algo me impede, como se eu não quisesse deixar esse 'cantinho das reflexões' pra trás. Gosto muito de escrever aqui e quero demais fazer isso com mais frequência. Prometo que vou ser mais dedicada dessa vez. Vamos ao que mudou desde a última postagem... Aprendi a usar vírgulas (pelo menos eu espero que sim), sou estagiária do Ministério Público, tô no 7º período da faculdade (ainda falta pouco mais de um ano e meio...), tenho um iPhone (!!!!), não tenho mais namorado (...) e nem Orkut. Mas tenho Twitteeeeeeeeeer antes que me achem uma suicida social, estou apenas em coma (hehe). Como estou trabalhando (ou pelo menos tentando) e ainda tenho uma prova amanha e 3 petições iniciais pra fazer, acho que não foi exatamente o melhor dia pra retornar, mas, de qualquer forma to feliiiiiiiz!! =) Beijinho, povitcho!