É, minha gente, 2012 está no fim e a corrente majoritária é de que o mundo não acabou. Me ofereço pra escrever o voto de divergência já que faço parte dos que acreditam que acabou sim, mas essa é matéria pra outro post.
2013 já bate à porta insistentemente. Inclusive eu posso ouvir seus murros. Ah, não, esquece. É meu vizinho soltando fogos.
Enfim, 2013 está aí e a gente fica fazendo um montão de expectativas, desejando que o ano possa ser bom ou ruim, como se ele fosse um ser personificado com boas ou más intenções, cheio de surpresas pra uns e outros. É só mais um ano. E não estou sendo pessimista ou algo assim. É mesmo!! Fim de de uma volta completa da Terra em torno do Sol e ponto.
Claro que serve como um marco para um montão de coisas, cabe que façamos mesmo alguns planos. Mas é este o xis da questão. Nós é que temos que mudar. É como diz aquela frase já muito rodada em tempos de Orkut: Se você não gosta do que está recebendo, tente mudar o que está enviando.
As pessoas costumam colocar a culpa nos outros, na sorte, no azar, na riqueza, na pobreza, na doença, no cachorro, no frio, no calor, no país, nas autoridades... - o que não falta é criatividade pra isso - mas NUNCA nelas mesmas.
Então, assim, tente enviar coisas boas, o mundo é feito por pessoas. Se as pessoas mudam, o mundo muda. O seu destino é você quem faz. Corre atrás, envie coisas boas, reconheça seus defeitos e transforme-os em qualidades e lembre-se: o canto de um pássaro pode ser uma música ou um incômodo. Só depende dos ouvidos de quem escutar.
Inté, meu povo!
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Intolerância não!
Tô impressionada sobre como as pessoas andam intolerantes, cara. São briguinhas idiotas, por motivos ridículos, que se prolongam por horas só pra se proteger o próprio ego.
Hoje eu tava indo pra formatura da minha amiga (de ônibus porque eu sou pobre) e por conta de uma imprudência qualquer o motorista do coletivo começou a discutir com o motorista de uma van, que, por sua vez, começou a ameaçá-lo.
Começou uma discussão de alto nível, com direito a xingamentos à mãe, à vida sexual e à masculinidade de ambos. Como não poderia faltar, ameaçaram-se, um puxou uma barra de ferro para o outro. Isso tudo enquanto dirigiam pelo trânsito nada caótico da Avenida Brasil às 18h. Detalhe: ambos os coletivos estavam lotados.
Qualquer dos dois poderia ter morrido. Qualquer dos dois poderia ter deixado filhos órfãos, mulheres viúvas e mães sofrendoras. Qualquer dos dois poderia ter prejudicado terceiros. Se estivessem armados, o que aconteceria?
Putz, velho, nada disso os fez mais certo do que o outro. Discutir não definiu quem tava certo ou errado.
Ninguém cede mais, cara. Todo mundo quer estar certo. Ter razão é mais importante que os sentimentos alheios. Ter razão é mais importante que a própria vida!
De que adianta estar certo e sozinho? Certo e morto, certo e triste.
Vamos ceder mais, vamos ser mais maleáveis! Às vezes a necessidade de ter razão acaba com qualquer possibilidade de dia bom. Ninguém aprecia pessoas intransigentes.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Há tempos esse blog deixou de ser um diário, característica da qual eu sinto um pouco de falta. Confesso que não foi intencional e que eu notei isso ao reler os posts, há pouco tempo.
Quero voltar a escrever com habitualidade, tenho tantos conflitos internos e eles devem ser tratados de alguma forma. Talvez escrever seja a melhor saída mesmo, então...
Vamos às "atualidades" (digo entre parênteses porque nem são tão atuais assim, mas ok!)... Não tenho um critério pra ordenar as notícias, então vou colocar na ordem em que vou lembrando:
Não estou namorando (é, eu lembro disso o tempo todo, então... Top One!) - fato que isso vcs já devem ter percebido pelo conteúdo do blog.
Sou uma quase advogada!! Passei no VII exame da OAB e estou me formando em dezembro desse ano. - isso não significa que eu estou empregada. Estou estagiando e com data de fim de contrato para 28/12.
Bom, por enquanto é isso que eu lembro, coleguinhas!! :)
Vou indo antes que minha professora resolva chegar na sala!!
domingo, 30 de setembro de 2012
Autoconhecimento
Esse blog surgiu como uma forma de expressar tudo o que eu penso e sinto. É uma ferramenta de desabafo - e essa é a razão por soar às vezes meio contraditório: eu sou um poço de sentimentos contraditórios e confusos.
O que eu não sabia, na verdade, é que também me serve como uma forma de autoconhecimento. Diversas vezes já me peguei relendo meus próprios parágrafos, mas eles pareciam ter sido escritos por um desconhecido. Desta forma eu aprendi que não sei de mim tanto quanto eu imagino e que precisava descobrir quem eu realmente era e o que eu pensava sobre a vida, especialmente sobre a minha.
Um dos pontos mais controvertidos da minha existência é que eu não sei bem o que é o amor - sim, de novo um texto sobre o amor, mas é que eu preciso me entender. Ora o entendo como um sentimento simples e presente no mundo sob diversos disfarces, ora acho que é algo tao importante, mas tão importante, que para formalizá-lo as pessoas chamam um juiz de paz e duas testemunhas.
Não é culpa minha essa confusão. Ninguém sabe explicar na verdade o que é esse sentimento. Dizem que amor não se explica, se sente, mas eu particularmente acho que isso é uma desculpa para esquivar-se da pergunta.
Hoje, 30 de setembro de 2012, eu acho que o amor é muito maior do que o que as pessoas dizem, muito mais importante e pomposo do que o que vemos por aí.
Parafraseando Paulo em sua 1ª carta aos Coríntios, capítulo 13, versículo 8: O AMOR JAMAIS ACABA! Aliás, esse livro é muito bom em definir tal sentimento. O amor não deve ser encarado como algo efêmero, "que seja eterno enquanto dure". Inclusive, acho que esse trecho do poema acaba sendo empregado de forma equivocada, fora de contexto e distorce a ideia central, com ênfase na finitude e não não na dedicação que Vinícios prega ao longo de todas as outras estrofes.
Pra mim, esse é o grande problema da humanidade: tornar descartáveis as relações humanas, também, sem lembrar que a cada renúncia um pouquinho de nós mesmos é deixado para trás.
O que eu não sabia, na verdade, é que também me serve como uma forma de autoconhecimento. Diversas vezes já me peguei relendo meus próprios parágrafos, mas eles pareciam ter sido escritos por um desconhecido. Desta forma eu aprendi que não sei de mim tanto quanto eu imagino e que precisava descobrir quem eu realmente era e o que eu pensava sobre a vida, especialmente sobre a minha.
Um dos pontos mais controvertidos da minha existência é que eu não sei bem o que é o amor - sim, de novo um texto sobre o amor, mas é que eu preciso me entender. Ora o entendo como um sentimento simples e presente no mundo sob diversos disfarces, ora acho que é algo tao importante, mas tão importante, que para formalizá-lo as pessoas chamam um juiz de paz e duas testemunhas.
Não é culpa minha essa confusão. Ninguém sabe explicar na verdade o que é esse sentimento. Dizem que amor não se explica, se sente, mas eu particularmente acho que isso é uma desculpa para esquivar-se da pergunta.
Hoje, 30 de setembro de 2012, eu acho que o amor é muito maior do que o que as pessoas dizem, muito mais importante e pomposo do que o que vemos por aí.
Parafraseando Paulo em sua 1ª carta aos Coríntios, capítulo 13, versículo 8: O AMOR JAMAIS ACABA! Aliás, esse livro é muito bom em definir tal sentimento. O amor não deve ser encarado como algo efêmero, "que seja eterno enquanto dure". Inclusive, acho que esse trecho do poema acaba sendo empregado de forma equivocada, fora de contexto e distorce a ideia central, com ênfase na finitude e não não na dedicação que Vinícios prega ao longo de todas as outras estrofes.
Pra mim, esse é o grande problema da humanidade: tornar descartáveis as relações humanas, também, sem lembrar que a cada renúncia um pouquinho de nós mesmos é deixado para trás.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Ah, o amor...
Eu costumava não acreditar na existência do amor, até que eu descobri que existem dois tipos desse sentimento. Um é o amor inventado do Frejat e o outro é o amor simples, presente nas mais singelas relações humanas.
A desvantagem do amor inventado é exatamente o fato de ele ser exagerado e já diz a cultura popular que todo exagero é sobra. Essa espécie de amor é aquela retratada pelos filmes hollywoodianos como o destino de todas as adolescentes: um cara GATO num carro lindo.
O grande problema de pensar assim é que se todos os caras tivessem carro a Av. Brasil ia andar menos do que já anda e se todos os caras fossem gatos... É, isso já não seria um problema.
Enfim, o ponto ao qual se quer chegar é que o amor não chega acompanhado de fogos de artificio (até porque se chegasse eu ia querer passar longe). O amor está presente em gestos simples. O amor está em nós, não é uma coisa que deve ser encontrada por nós. Ele é cultivado e cresce mais a cada dia. O importante é saber cuidar.
sábado, 16 de junho de 2012
Contrassensos
Tudo começou quando ele a chamou pra sair. Ela não acreditou que fossem sengundas intenções. Achou que iam apenas conversar, beber e dar boas risadas. Pareciam surreiais as ponderações de suas amigas sobre o quão errada aquela atitude poderia sere quão moralmente inaceitável era ir até ele. Contrariando os bons conselhos, ela foi ao encontro do que poderia ser sua destruição emocional-pelo menos por um bom tempo.
Seu coração batia tão acelerado, fazia meses que não se viam - a última vez havia sido de surpresa, no meio da rua e ela tinha ficado ruminando aquele momento por dias.
Quando ela entrou no carro, parecia um sonho. Nem deu tempo de cair na real direito e ele a beijou. Tudo e nada fazia sentido ao mesmo tempo. Dois anos se sintetizaram em alguns segundos. Por mais errado que parecesse, ela acreditava que, de alguma forma, aquele momento poderia ser legitimamente bom.
As horas que se seguiram foram completamente diferentes de tudo o que ela havia vivido até ali. Ela nunca fora tratada daquele jeito. Carinho, respeito e todos os elogios do mundo a fizeram ficar cada vez mais derretida. Ora ela tentava se fazer de durona fingindo que sairia emocionalmente ilesa de tudo aquilo; ora percebia que estava completamente entregue, mas sem a menor capacidade de admitir tal circunstância.
Estranhamente ele não queria só pegação. Conversaram mais do que era esperado para uma situação como aquela. Falaram sobre trabalho, perspectivas para o futuro, ideias que passavam pelas cabeças de ambos... Tudo isso enquando permaneciam abraçados e de mãos dadas.
Ele dizia que estar com ela era como ele imaginava, ela pensava que era diferente de tudo o que poderia ousar pensar.
Em certo momento a percepção dela já se encontrava alterada sobre o que poderia ser certo ou errado, bom ou ruim, verdade ou mentira. Quando foi embora, ela não conseguia tirar aqueles momentos da cabeça. Fora de si, olhando a situação como se fosse outra pessoa, ela achava que tinha acabado de cometer o maior erro da sua vida, mas internamente ela sentia como se tivesse realizado um sonho, como se tivesse acontecido a melhor coisa do mundo.
Embora ela admitisse o erro, não conseguia esquecer o quão bom foi aquele momento. Embora ela soubesse que não viveria mais aquilo, não conseguia deixar de pensar no sorriso e na risada dele. Embora ela não estivesse, de fato, esperando uma ligação no dia seguinte, ela mentia pros outros e pra si mesma afirmando a todos os momentos que não estava apaixonada e que não tinha dado tempo de se apegar.
O tempo passou e embora ela não conseguisse esquecê-lo em nenhum momento de seu dia, era à noite que as lembranças lhe faziam chorar. Era um misto de arrependimento com vontade de esquecê-lo e uma pitada de tristeza por não tê-lo mais e mais.
Embora no seu aniversário ela não esperasse sua lembrança, era dele o único SMS que ela desejava receber. E recebeu. Leu e releu um milhão de vezes, contou pras amigas mais chegadas, ficou toda boba com apenas uma migalha.
Muitos dias depois, quando as coisas começavam a se assentar e ela começava a sentir que conseguia aceitar deixá-lo sair de dentro de si mesma, ele apareceu - não poderia ser diferente, afinal eles sempre aparecem quando estão começando a desaparecer de dentro da gente. Ela achava, até receber aquele SMS, que ele não significava mais do que uma agridoce lembrança agora e que conseguiria dizer um 'não'. Mas não conseguiu. Mais uma vez sucumbiu ao desejo de estar com ele novamente. Dessa vez as coisas foram menos intensas, mas mais concretas. Parecia que ele não se importava com a situação e queria ficar com ela. E ela tentava se fazer acreditar que ele não queria mais do que um momento de 'fuga' da realidade em que vivia.
Depois disso eles mantiveram um contato mais frequente do que da outra vez, mas apenas virtual.
Embora o coração dele não tenha chegado a se dividir entre o que era razão e o que poderia ser um desejo, o dela estava partido por ter vivido o sonho da vida dela com alguém que não a pertencia. De certa forma ela sentia como se tivesse estado com a pessoa que considerava perfeita pra si mesma no momento mais errado que ela podia.
Mas o pior de tudo era saber o quão errado ela estava, reconhecer que quem estava sobrando era ela e torcer para que tudo desse certo pra ele, mesmo que ela tivesse que arrancar de si mesma esse sentimento estranho que lhe tomava conta.
Seu coração batia tão acelerado, fazia meses que não se viam - a última vez havia sido de surpresa, no meio da rua e ela tinha ficado ruminando aquele momento por dias.
Quando ela entrou no carro, parecia um sonho. Nem deu tempo de cair na real direito e ele a beijou. Tudo e nada fazia sentido ao mesmo tempo. Dois anos se sintetizaram em alguns segundos. Por mais errado que parecesse, ela acreditava que, de alguma forma, aquele momento poderia ser legitimamente bom.
As horas que se seguiram foram completamente diferentes de tudo o que ela havia vivido até ali. Ela nunca fora tratada daquele jeito. Carinho, respeito e todos os elogios do mundo a fizeram ficar cada vez mais derretida. Ora ela tentava se fazer de durona fingindo que sairia emocionalmente ilesa de tudo aquilo; ora percebia que estava completamente entregue, mas sem a menor capacidade de admitir tal circunstância.
Estranhamente ele não queria só pegação. Conversaram mais do que era esperado para uma situação como aquela. Falaram sobre trabalho, perspectivas para o futuro, ideias que passavam pelas cabeças de ambos... Tudo isso enquando permaneciam abraçados e de mãos dadas.
Ele dizia que estar com ela era como ele imaginava, ela pensava que era diferente de tudo o que poderia ousar pensar.
Em certo momento a percepção dela já se encontrava alterada sobre o que poderia ser certo ou errado, bom ou ruim, verdade ou mentira. Quando foi embora, ela não conseguia tirar aqueles momentos da cabeça. Fora de si, olhando a situação como se fosse outra pessoa, ela achava que tinha acabado de cometer o maior erro da sua vida, mas internamente ela sentia como se tivesse realizado um sonho, como se tivesse acontecido a melhor coisa do mundo.
Embora ela admitisse o erro, não conseguia esquecer o quão bom foi aquele momento. Embora ela soubesse que não viveria mais aquilo, não conseguia deixar de pensar no sorriso e na risada dele. Embora ela não estivesse, de fato, esperando uma ligação no dia seguinte, ela mentia pros outros e pra si mesma afirmando a todos os momentos que não estava apaixonada e que não tinha dado tempo de se apegar.
O tempo passou e embora ela não conseguisse esquecê-lo em nenhum momento de seu dia, era à noite que as lembranças lhe faziam chorar. Era um misto de arrependimento com vontade de esquecê-lo e uma pitada de tristeza por não tê-lo mais e mais.
Embora no seu aniversário ela não esperasse sua lembrança, era dele o único SMS que ela desejava receber. E recebeu. Leu e releu um milhão de vezes, contou pras amigas mais chegadas, ficou toda boba com apenas uma migalha.
Muitos dias depois, quando as coisas começavam a se assentar e ela começava a sentir que conseguia aceitar deixá-lo sair de dentro de si mesma, ele apareceu - não poderia ser diferente, afinal eles sempre aparecem quando estão começando a desaparecer de dentro da gente. Ela achava, até receber aquele SMS, que ele não significava mais do que uma agridoce lembrança agora e que conseguiria dizer um 'não'. Mas não conseguiu. Mais uma vez sucumbiu ao desejo de estar com ele novamente. Dessa vez as coisas foram menos intensas, mas mais concretas. Parecia que ele não se importava com a situação e queria ficar com ela. E ela tentava se fazer acreditar que ele não queria mais do que um momento de 'fuga' da realidade em que vivia.
Depois disso eles mantiveram um contato mais frequente do que da outra vez, mas apenas virtual.
Embora o coração dele não tenha chegado a se dividir entre o que era razão e o que poderia ser um desejo, o dela estava partido por ter vivido o sonho da vida dela com alguém que não a pertencia. De certa forma ela sentia como se tivesse estado com a pessoa que considerava perfeita pra si mesma no momento mais errado que ela podia.
Mas o pior de tudo era saber o quão errado ela estava, reconhecer que quem estava sobrando era ela e torcer para que tudo desse certo pra ele, mesmo que ela tivesse que arrancar de si mesma esse sentimento estranho que lhe tomava conta.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Toca, telefone!
Certamente se você tem mais de 21 anos e é mulher já passou por intermináveis horas de aflição esperando o telefone tocar. Seja no aguardo da ligação do cara que você conheceu ontem, de um chamado para o próximo encontro ou de um pedido de desculpas do seu namorado, não importa. A verdade é que durante essa espera, você conseguiu realizar poucas tarefas, não é mesmo? Sou capaz, ainda, de apostar que você checou o celular umas 90 vezes pra ver se estava sem serviço, no silencioso, desligado, sem bateria (como se tudo isso fosse possível, já que você dormiu com ele do seu lado conectado ao carregador e está com ele do seu lado em cada canto da casa, cuidando pra que ele fique onde o sinal é mais intenso.).
Quando se trata de telefone fixo, então?! Logo imagina que o fio está desconectado, o telefone tá mudo ou que aqueles cinquenta segundos que você passou falando com a sua mãe foram o suficiente pra ele ligar 97 vezes e desistir por conta de o telefone estar ocupado. Existem, ainda, aquelas que imaginam que o cara não pôde ligar porque perdeu seu número, tá sem crédito, o celular caiu no copo de cerveja ou porque ele morreu (em alguns casos seria até melhor que ele tivesse morrido).
É, amiga, eu tenho uma coisa pra te contar: ele não vai ligar. E não é porque ele está conhecendo o IML nesse momento. É porque ele não quer mesmo. E nem sempre o problema está com você. Você não é gorda, feia, chata, ruim de cama. Nada disso. Ele só não quer estar com você. Seja por você não fazer o tipo dele ou por ele não entender nada do que você diz sobre design de interiores. A verdade é que os homens acham desnecessário (ou são covardes mesmo, ainda não sei) dizer pra você que ele não quer mais. Eles, em geral, somem. E digo mais: eles esperam que nós entendamos o recado e se dão o luxo de ficarem bravos quando os procuramos decididas a obter uma resposta.
A saída é não esperar ligações ou mensagens de forma que, quando elas chegarem sejam uma surpresa boa e não uma obrigação de quem envia ou liga. Não cobre nada do cara e nem de si mesma. Deixa acontecer. Desse jeito é muito mais legal.
Quando se trata de telefone fixo, então?! Logo imagina que o fio está desconectado, o telefone tá mudo ou que aqueles cinquenta segundos que você passou falando com a sua mãe foram o suficiente pra ele ligar 97 vezes e desistir por conta de o telefone estar ocupado. Existem, ainda, aquelas que imaginam que o cara não pôde ligar porque perdeu seu número, tá sem crédito, o celular caiu no copo de cerveja ou porque ele morreu (em alguns casos seria até melhor que ele tivesse morrido).
É, amiga, eu tenho uma coisa pra te contar: ele não vai ligar. E não é porque ele está conhecendo o IML nesse momento. É porque ele não quer mesmo. E nem sempre o problema está com você. Você não é gorda, feia, chata, ruim de cama. Nada disso. Ele só não quer estar com você. Seja por você não fazer o tipo dele ou por ele não entender nada do que você diz sobre design de interiores. A verdade é que os homens acham desnecessário (ou são covardes mesmo, ainda não sei) dizer pra você que ele não quer mais. Eles, em geral, somem. E digo mais: eles esperam que nós entendamos o recado e se dão o luxo de ficarem bravos quando os procuramos decididas a obter uma resposta.
A saída é não esperar ligações ou mensagens de forma que, quando elas chegarem sejam uma surpresa boa e não uma obrigação de quem envia ou liga. Não cobre nada do cara e nem de si mesma. Deixa acontecer. Desse jeito é muito mais legal.
domingo, 22 de abril de 2012
Tenho o peculiar hábito de andar em linha reta. Algumas vezes, quando estou na rua, no shopping ou até mesmo em casa, tento traçar uma reta imaginária ou seguir alguma que já exista no chão. Quando estou caminhando na calçada, geralmente uso o meio-fio, como uma criança de sete anos. Sei que ´imaturo e bizarro, mas encaro tal qual um desafio.
Com essa mania maluca, fui percebendo que todas as vezes que eu estava tentando me manter sobre o meio-fio, deveria permanecer focalizando algo naquela direção, como se perseguisse um objetivo que estaria ao fim daquele caminho.
Todas as vezes que eu olhava pros lados, me desviava e às vezes errava os passos, mas todas as vezes tinha a chance de voltar.
Com o tempo reparei que a mesma filosofia não se aplica apenas a andar sobre meio-fios, mas também à vida. Quando estamos atrás de um objetivo, de um alvo, não devemos deixar que nada nos distancie dele, mas casa isso aconteça, devemos nos utilizar da chance que Deus (a vida, o destino ou seja lá em que você acredite - prefiro acreditar em Deus) nos dá de retornar.
É questão, apenas, de ponderar sobre o que vale mais: aquilo que você perseguiu ao longo de bastante tempo ou aquele incidente que só te fez desviar o caminho.
Com essa mania maluca, fui percebendo que todas as vezes que eu estava tentando me manter sobre o meio-fio, deveria permanecer focalizando algo naquela direção, como se perseguisse um objetivo que estaria ao fim daquele caminho.
Todas as vezes que eu olhava pros lados, me desviava e às vezes errava os passos, mas todas as vezes tinha a chance de voltar.
Com o tempo reparei que a mesma filosofia não se aplica apenas a andar sobre meio-fios, mas também à vida. Quando estamos atrás de um objetivo, de um alvo, não devemos deixar que nada nos distancie dele, mas casa isso aconteça, devemos nos utilizar da chance que Deus (a vida, o destino ou seja lá em que você acredite - prefiro acreditar em Deus) nos dá de retornar.
É questão, apenas, de ponderar sobre o que vale mais: aquilo que você perseguiu ao longo de bastante tempo ou aquele incidente que só te fez desviar o caminho.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Quando a persistência vira teimosia
Muito se fala sobre a persistência. Diz-se que é um bom atributo. Insistir, ter foco. No entanto, em minhas reflexões cheguei à conclusão de que temos que ser um pouco mais críticos e cuidadosos. O limite entre a persistência e a teimosia pode ser mais tênue do que pensamos.
Ir atrás do que se deseja demanda um pouco mais de racionalidade. Se não deu certo nas 380 primeiras vezes, não é possível que aquilo seja pra sua vida. Repense, reveja e reaja. Talvez seja tempo de rever as prioridades e traças outras metas.
Fica a dica.
Ir atrás do que se deseja demanda um pouco mais de racionalidade. Se não deu certo nas 380 primeiras vezes, não é possível que aquilo seja pra sua vida. Repense, reveja e reaja. Talvez seja tempo de rever as prioridades e traças outras metas.
Fica a dica.
Assinar:
Comentários (Atom)