sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Viver é um risco

Nada é tão perigoso quanto viver. Você pode morrer, sofrer, fracassar, chorar. Na melhor das hipóteses você corre o risco de perder. A gente perde muitas coisas ao longo dessa caminhada. Pessoas, coisas, sentimentos. Mas a vida costuma ser bem democrática. Independentemente de poder aquisitivo, de classe social, todos perdemos em algum momento. Faz parte. 
Só que, se me permites, caro leitor, há uma contrapartida nisso tudo. Existe um lado bom. A gente só perde o que já teve, a gente só morre se viveu, a gente só fracassa quando tenta, a gente só sofre quando se envolve. É hipócrita e leviano dizer que as coisas não valeram a pena porque o final não foi dos melhores. E o intervalo entre o início e o fim? É desconsiderado? E todas as coisas boas que aconteceram? Se resumem a um "não deu certo"? Claro que deu certo. Pode ser que hoje não dê mais, mas não desmereça a história.
É cruel, mas tudo tem um fim. [Tempo pra você me xingar.] É verdade! O Código Civil prevê que o casamento surge pra sex extinto, seja pela morte ou pelo divórcio (e pra quem entende que ainda existe, pela separação). A vida é finita, tudo tem um termo inicial e um termo final. Cabe a nós, meros mortais e subjugados a essa lei (ainda) imutável, aproveitar cada risada, cada beijo, cada conversa, cada momento... Porque se você pode ter uma certeza é a de que vai terminar um dia.

Beijos, seus lindos!

=)

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